Video Installation: Flood- Process # 1 (Frustration)

English:

I thought this work would be the easiest, perhaps because I have done something like this before, but it was only when I began to build it effectively that I realized that it had very complex elements, and that it would have to make major changes. Mainly by wanting to adapt a performance context (from pouring water into the basin) into something self-sufficient.

The first day of trying to set-up was a bit frustrating. My main idea of ​​using a camera tripod to regulate the projector did not work because I needed an adapter, then I also thought that the object of a camera tripod inside the installation would bring a more technological universe, different from the handmade sensitivity I was creating.

In order to continue doing some experiments I had to invent a mechanism that would leave the projector at some angle, and I turned my attention to other elements of the installation.

Even with this frustrating experiment I managed to make some progress:

• It is definitely necessary to use a turntable to let the water move.

• I have to find some way to let the water flow take intervals of time without being constant.

• The mirror needs to be much larger.

• I need to build a support for the projector and for the basin, made of wood, bringing the element of fragility.

• I still have to understand and decide what image I’m going to use: will it be the Guarapiranga dam, where I grew up or a more personal image? Maybe parts of my face.

Now the next step is to effectively build the projector and basin support and a mechanism to angle it.

IMG_7892.JPG

Português:

Eu achei que essa obra seria a mais fácil, talvez pelo fato de já ter feito algo parecido uma vez, mas foi só quando comecei a construí-la efetivamente que percebi que ela possui elementos bem complexos, e que teria que fazer grandes mudanças. Principalmente por querer adaptar um contexto de performance (de jogar a água na bacia), em algo auto-suficiente. 

O primeiro dia de tentativa de montagem foi um tanto frustrante. A minha ideia principal de usar um tripé de câmera para regular o projetor não deu certo, pois precisava de um adaptador, depois também pensei que o objeto de um tripé de câmera dentro da instalação traria um universo mais tecnológico, diferente do handmade sensível que eu estava criando. 

Para poder continuar fazendo alguns experimentos eu precisei inventar um macanismo que deixasse o projetor em algum ângulo, e voltei minha atenção para outros elementos da instalação.

Mesmo com esse experimento frustrante eu consegui chegar a alguns avanços: 

  • Definitivamente é necessário o uso de uma mesa giratória para deixar a água em movimento. 
  • Tenho que arrumar alguma forma do fluxo de água ter intervalos de tempo, sem ser  
  • O espelho precisa ser bem maior.
  • Preciso construir um suporte para o projetor e para a bacia, algo de madeira que traga um pouco o elemento de fragilidade. 
  • Ainda preciso entender e me decidir sobre qual imagem irei projetar: será a represa do Guarapiranga, local onde eu cresci ou será uma imagem mais pessoal? Talvez partes do meu rosto. 

Agora o próximo passo é a construção efetiva do suporte para o projetor e para a bacia e de algum mecanismo que o deixe em ângulo. 

 

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