Grup Crit #2

English: 

Research and videos:

 

 

 

 

 

 

Photo experiments:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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I love to see and talk about the work of colleagues, it is inspiring to see how each one builds and expresses their visions and I believe that thinking about the processes of others also enriches my work, inspiring me to open my eyes to other themes or readings.

In this meeting, we started talking about Andrew’s work, which always makes me very excited because I think that his research related to light, shadow, projection, and video is in some way similar to mine. He is experimenting with the effects of images in the water and also with the sum of projectors, in order to play with the shadows. It is interesting how he built small-scale projects and models to see how it would look in the gallery or with the public interaction, this is a methodology I could explore more. When we talked about his project Jonathan pointed out the work of Rafael Lozano-Hemmer, mainly his large public projections in which images of people are projected from the shadows of the passers-by.

The second person to presenting was Zara, who experimented with a mobile drawing application creating digital drawings. Her questioning now is about where to go with this material, maybe printing them out on paper/fabric or maybe turning them into a background for a performance? I asked her if the very act of drawing with her finger on the computer screen could be understood as a performance in itself since in the drawings themselves we can perceive the gesture of the traces. She replied that she had not thought of it in that way.

Younting presented us with colorful versions of the works with frames and slides she has been experimenting since the beginning of the course. She told us that her next experiments would be interventions with drawing and hot glue on slides of pictures that she would produce herself and with the textures it would “erase” their identity. I questioned her and she would not find it interesting to pick up old slides at thrift stores or flea markets and reuse these memories interfering with them. I particularly find artworks involving the appropriation of already made images and cultural mixtures very interesting.

Before I tell you about my turn, I first have to admit that I am always very insecure about presenting processes and works that I do not yet know to where they are going to, even more at this moment when I feel I have not produced and not experienced as much as I could. I have the terrible habit of splitting up between assignments and not really being able to focus on other things while going through complicated processes, for example, the research for the dissertation and the Research Paper. And this is, to me, the most important point of this discussion: to understand that I am an artist in formation, but complete and that everything I do will be part of the same body of work, the academic research, installations, video, photos and even more “traditional” videos they all bring my expression and my artistic questionings within.

All these expressions have to be considerate of affection.

When I selected the material to present to the colleagues I realized that in the middle of my chaos and in my multiple facades there is a certain coherence, the things have relations between them, in the ephemeral video experiments for Instagram stories, accidental photos and in the more ‘traditional videos’ I realized that I was working with images or thematic relative to the things that I live and the places that I hang around, as if these matters were responses to this space.

One of the issues raised when I showed the Minhocão video as an art piece was how much it fits as video art or as a journalistic record. And yes, I agree that it has a different bias than we are accustomed to understanding as video art, but I do not see it as a journalistic product. I believe it is a product with blurred border and I have deliberately experimented with aspects of video and narrative as well as experimenting with more “artistic” products. And this work was important in my self-assertion as a complete artist and not divided between different personalities, but I do not know if I will follow this path, I think I will continue with my video experiments, photo projection and images related to the environment.

I am aware that I end up doing a lot of different things and that sometimes it is very difficult to keep the focus on a single expression to get it somewhere. But I have to remember that the uncertainty of things is part of my artistic and political thinking.

The question that remains on the air is: what are the next steps? What to do with all this?

And I still do not have a complete answer for that, and I do not know if I actually want to have one…

I only know that what I want to explore more in this final stage is the relations between projected image and space (both those represented in the videos and that of the gallery), also experimenting with different projection supports. Could it be in the Expanded Cinema category? I believe so.

Português:

Eu adoro ver e conversar sobre o trabalho dos colegas, é inspirador ver como cada um constrói e expressa as suas visões, eu acredito que pensar sobre os processos alheios também enriquece o meu trabalho, me inspirando a abrir os olhos para outros temas ou leituras.

Neste encontro começamos conversando sobre o trabalho do Andrew, que me deixa  sempre muito animada pois acho que nossas pesquisas relacionadas a luz, sombra, projeção e vídeo de alguma forma são parecidas. Ele esta experimentando com efeitos de imagens na água e também com a soma de projetores para brincar com as sombras. Interessante o modo com que ele construiu projetos e maquetes em escala reduzida para ver como ficaria na galeria ou com a interação do publico, esta é uma metodologia que eu poderia explorar mais. Quando conversamos sobre seu projeto Jonathan indicou o trabalho de Rafael Lozano-Hemmer principalmente suas grandes projeções públicas em que imagens de pessoas são projetadas dentro das sombras dos transeuntes.

A segunda pessoa a vermos o trabalho foi a Zara, que experimentou com um aplicativo de desenho para celular criando desenhos digitais. Suas questões agora são: para onde seguir com este material, talvez imprimi-las em papel/ tecido ou talvez a transformá-las em fundo para uma performance. Eu a questionei se o próprio ato de desenhar com o dedo na tela do computador já não poderia ser entendido como uma performance em si, já que nos próprios desenhos podemos perceber a gestualidade do traço. Ela respondeu que ainda não tinha pensado dessa forma.

A Younting nos apresentou versões coloridas dos trabalhos com fotogramas e slides que ela já vem experimentando desde o início do curso. Ela nos contou que seus próximos experimentos seriam intervenções com desenho e cola quente em cima de slides de retratos que ela mesma produziria e com as texturas ela “borraria” a identidade. Eu a questionei e ela não acharia interessante recolher slides antigos em brechós ou mercados de pulgas e se reproporiar destas memorias para fazer suas interferências. Eu particularmente acho muito interessantes os trabalhos que envolvem apropriação de imagens já feitas e de misturas culturais.

Antes de contar sobre a minha vez, primeiro eu tenho que admitir que eu sempre fico muito insegura de apresentar processos e trabalhos que ainda não sei direto para onde podem ir, ainda mais neste momento em que eu sinto que não produzi e não experimentei tanto quanto gostaria. Eu tenho o terrível habito de me dividir entre afazeres e não conseguir realmente me focar em outras coisas enquanto passo  por perríodos complicados, como por exemplo nas pesquisas da dissertação e do Research Paper. E este foi, para mim, o ponto mais importante desta discussão, entender que eu sou uma artista em formação, mas completa e que tudo que eu fizer autoral fará parte do mesmo corpo de trabalho, as pesquisas acadêmicas, as instalações, performances experimentos de vídeo, fotos e até vídeos um pouco mais “tradicionais” trazem a minha expressão e meus questionamentos artísticos em si. Todas estas expressões têm que ser vistas com carinho.

Quando eu separei o material para apresentar para os colegas percebi que no meio do meu caos todo e das minhas múltiplas faces existe uma certa coerência, as coisas tem relações entre si, nos experimentos efêmeros de vídeo para o Instagram stories, nas fotos “acidentais” e no vídeo mais tradicional percebi que estava trabalhalhando com imagens ou temáticas relativas as coisas que vivo e os lugares que circulo, como ques e  essas materiais fossem respostas a este espaço.

Uma das questões levantadas quando mostrei o vídeo do Minhocão como uma peça de arte autoral foi o quanto ele se encaixa como videoarte ou como um registro jornalístico. E sim, eu concordo que tem um viés diferente do que estamos acostumamos a entender como vídeo-arte, mas não vejo como um produto jornalístico. Acredito que é um produto de burla fronteiras e eu deliberadamente experimentei com aspectos do vídeo e da narrativa assim como experimento com produtos mais “artísticos”. E este trabalho foi importante na minha autoafirmação como artista completa e não dividida entre diferentes personalidades, mas não sei se seguirei neste caminho, acho que continuarei com meus experimentos de vídeo, fotos projeção e imagens relacionadas com o entorno.

Eu tenho consciência que eu acabo fazendo muita coisa diferentes e que as vezes é muito difícil manter o foco em uma só expressão para levá-la a algum lugar. Mas tenho que relembrar que a incerteza das coisas faz parte do meu pensamento artístico e político.

A pergunta que continua no ar é: quais serão os próximos passos? O que fazer com tudo isso?

E eu ainda não tenho uma resposta completa para isso, e não sei se na verdade quero ter…

Só sei que quero explorar mais nesta etapa final as relações de imagem projetada e o espaço (tanto os representados nos vídeos quanto o da galeria), experimentando também com diferentes suportes de projeção.  Poderia estar dentro da categoria de Expanded Cinema? Acredito que sim.

 

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