Social VR (?)

English:

     On the way to further explore the subject of images on other surfaces, I was keen to try new technologies. Virtual Reality has always been something that has enchanted me, and I have written a few posts on this blog about it. One of my biggest questions and insecurities is regarding the potential of immersion, the power of virtual reality to disconnect from the real world and personal relationships. I want to work with Virtual Reality in a way that stimulates other senses apart from vision or hearing, also with a collective approach, so I was excited when Alejandro invited me to try the Social VR. VRChat is a platform that allows the user to create or choose one of the existing avatars and create or participate in universes relating to other avatars (people) from any part of the world connected to the platform. 

 

     My first surprise at the experiment was the possibility of seeing my hands, which made different gestures as I manipulated control- it was at this moment that I identified that avatar as “I”. The second moment was to see myself in a mirror in the environment, even if the movements weren’t exactly the same as my body, I knew who I was.
     Alejandro was still experimenting with the platform and together we were trying to improve the knowledge. With some devices available in the Digital Makers Collective in Chelsea, we were able to activate the sound and the microphone to have a direct conversation with another participant. Unfortunately, we did not have the appropriate material, but we did have direct contact with another user.
     The feeling I had when I met someone else in virtual reality was very strange, I felt a different nervousness from what I feel when I talk to a person unknown through traditional digital Chats in writing or even with other virtual experiences like the former Second Life. Maybe one reason I felt close to the person,  they can hear my voice, or maybe because of the VR immersion.
     At that moment the only words that we were able to exchange with another person were “I’m testing my sound” and a male voice in a female child’s body replied “I’m fixing my eyes.” I believe that this is a new platform and that it still needs a lot of adjustments to become something popular. I believe that currently the VR, apart from the games which are a little more elaborate, is still a technology of experimentation and research. But as the technology advances and democratizes itself, it will be a tool we only thought possible in sci-fi books or films.
     I still feel that a problem is the aesthetics of the avatars and environments. The 3D aesthetics is still very characteristic of gaming, but once the graphics become more realistic it can easily become a universe that will shorten the distances of people around the planet. When I experienced the Social VR I felt a little anxiety because I realized that in the future this could be a platform for all kinds of meetings, not just entertainment and games as it is today.
Português:

 

No caminho de explorar mais a questão da imagem em outras superfícies, eu fiquei com vontade de experimentar novas tecnologias. A realidade virtual sempre foi algo que me encantou, e eu já escrevi alguns posts neste blog sobre isso. Um dos meus maiores questionamentos e inseguranças é com relação ao potencial de imersão, o poder da realidade virtual de nos desligar do mundo real e das relações pessoais. Eu tenho vontade de trabalhar com a Realidade Virtual de forma que estimule também outros sentidos que não só a visão ou audição, também com um viés coletivo, por isso fiquei animada quando o Alejandro me convidou para experimentar o Social VR. O VRChat é uma plataforma que possibilita ao usurário criar ou escolher um dos avatares existentes e criar ou participar de universos se relacionando com outros avatares (pessoas) de qualquer parte do mundo conectados a plataforma.

 

Minha primeira surpresa ao experimentar foi a possibilidade de enxergar as mãos, que fazia diferentes gestos a medida em que eu manipulava o controle. Foi neste momento que eu identifiquei aquele avatar como “eu”. O segundo momento foi me ver em um espelho programado no ambiente, mesmo que os movimentos não fossem exatamente os do meu corpo físico, eu sabia quem eu era.

O Alejandro ainda estava experimentando a plataforma e juntos fomos tentando aprimorar o conhecimento, com alguns aparelhos disponíveis no Digital Makers Collective em Chelsea. Conseguimos ativar o som e o microfone para termos uma conversa direta com outro participante. Infelizmente não tínhamos o material apropriado, mas conseguimos ter um contato direto com outro usuário.  A sensação que eu tive quando encontrei outra pessoa dentro da realidade virtual foi muito estranha, senti um nervosismo diferente do que sinto quando converso com uma pessoa desconhecida através de Chats digitais tradicionais por escrito ou até com outras experiências virtuais como o do falecido Second Life. Talvez uma razão de eu sentir a pessoa mais próxima seja por ela conseguir ouvir minha voz ou talvez devido a imersão proporcionada pelo VR.

Naquele momento as únicas palavras que conseguimos trocar com outra pessoa foram: “estou testando meu som” e uma voz masculina em um corpo feminino infantil respondeu “estou tentando arrumar meus olhos”.

Acredito que esta seja uma plataforma ainda nova, e que ainda precisa de muitos ajustes para virar algo popular, acredito que o VR atualmente, tirando os games um pouco mais elaborados, ainda é uma tecnologia de experimentação e de pesquisa.  Mas assim que a tecnologia avançar e se democratizar será sim uma ferramenta que só achávamos possível em livros e filmes de ficção científica.

Ainda sinto que um problema é a estética dos avatares e dos ambientes, a estética 3D ainda é muito característica de jogos mas a partir do momento em que os gráficos se tornarem mais realistas poderá facilmente ser um universo que encurte as distancias das pessoas do planeta. Quando vivenciei o Social VR senti um pouco de ansiedade pois percebi que no futuro isso pode ser uma plataforma para todo o tipo de encontro, não apenas entretenimento e jogos como é hoje.

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