Hands on VR AR

English:

Within the 2017 Low Residency program, we had a day focused on new practical experiences with workshops in different areas: video mapping, letterpress, Black on White photograms, among others. I chose a theme that has enchanted me with its various artistic possibilities, but which at the same time brings many critical questions to me. I participated in the Virtual Reality (VR) and Augmented Reality (RA) workshop, it is a trendy topic at the moment and I have already written some things about it here on the blog. I was very excited about the opportunity, because I am very curious to know how this new technology works, and I would like to experiment in practice using devices that are not easily accessible to anyone. I pondered with my colleagues about the artistic possibilities technology know to be commercially used in the video games industry. 

The meeting was informal, more like an exchange between colleagues, which was very useful because we could demystify the technology together. Terry very generously lent us his toys: LIVE (VR) and Hololens (AR). After being delighted with the airborne paintings proposed by the Tilt Brush app and testing a bit of augmented reality we had the exercise of building a virtual reality gallery that featured some of our work, mixing photos and 3D models with some digitally generated interference from Tilt Brush. 

Before experiencing the two technologies critically, I questioned the immersive power of virtual reality. VR takes you into the world so enchanting that, in my perception, it is very easy to get completely off the mark of real reality. The mixed reality proposed by the AR’s transparent screen could be an option for the everyday use of the technology. But in practice, Hololens still presents many problems, mainly due to the size of the screen that does not allow the user a full visualization of the digital and the real superimposed. But maybe this is only a matter of time, let’s see what happens in the next 5 years … 

Note: It may be interesting to venture with Unity software or other 3D model software (such as Maya, Cinema 4D), to open up my artistic horizons.

 

 

 

 

Português:

Dentro da programação da Low Residency, 2017 tivemos um dia voltado para novas experiências práticas com workshops em diferentes áreas: video mapping, letterpress, Black na White photograms, entre outros. Eu escolhi um tema que vem me encantando com suas várias possibilidades artísticas, mas que ao mesmo tempo me trás muitos questionamentos críticos.Participei do workshop de Realidade Virtual (VR) e Realidade Aumentada (AR), é um assunto que está na moda no momento e que eu já escrevi algumas coisas sobre ele aqui no blog. Eu fiquei muito animada com a oportunidade, pois sou muito curiosidade de saber como essa tecnologia tão nova funciona e gostaria de experimentar na prática utilizando aparatos que não são de fácil acesso para qualquer um. Refleti em conjunto com os colegas sobre quais seriam as possibilidades artísticas de uma tecnologia comercialmente conhecida para videogames. 

O encontro foi informal, uma troca entre os colegas, o que foi muito proveitoso pois pudermos desmistificar a tecnologia juntos. O Terry, muito generosamente, nos emprestou seus brinquedos: VIVE (VR) e Hololens (AR). Depois de nos deliciarmos com as pinturas no ar propostas pelo aplicativo Tilt Brush e testarmos um pouco da realidade aumentada tivemos um exercício de construir uma galeria em realidade virtual que apresentasse alguns de nossos trabalhos, misturando fotos e modelos 3D com alguma interferência gerada digitalmente pelo Tilt Brush.

Antes de vivenciar criticamente as duas tecnologias eu questionava o poder imersivo da realidade virtual. O VR te leva para um mundo tão encantador que, na minha percepção, é muito fácil de se descolar completamente da realidade real. A realidade misturada proposta pela tela transparente da AR poderia ser uma opção para o uso diário da tecnologia. Mas na prática o Hololens ainda apresenta muitos problemas, principalmente decorrentes ao tamanho da tela que não permite ao usuário uma plena visualização do digital e do real sobrepostos.Talvez isso seja apenas uma questão de tempo, veremos os próximos 5 anos…

Obs: talvez seja interessante me aventurar com o software Unity ou outros softwares de modelo 3D (MAYA, Cinema 4D ) para abrir meus horizontes artísticos tecnológicos.

 

 

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