Empty Space 

English:

The first day of Low Residency 2017 was very productive. We were the first students to have access to the new school building and we had the challenge of collecting as much material as possible in 2 hours and then presenting it to the rest of the class. Photos, Videos, Sounds, Drawings of the space from about 30 students observing the empty space and trying to extract different artistic visions from it.

In the midst of many high-resolution cameras, 360 degrees, microphones, lenses, talents … I chose to look at the micro, simple. Using a Macro lens and my iPhone 5S I decided to go back to the small details of that wide, empty space, which is there but invisible to most. In the middle of the play, I felt like an astronaut walking and knowing another planet, realizing its textures, marks and its own life.

After collecting the material, we gathered in a group to develop a collective work in a short time. When we saw all the material we realized that not only I, but almost all of us had that “foreign” look to that building. We chose to continue with the narrative of a visit to another space and we put together in a video my textures and other more ample and open. The assembly of the video was based on the accumulation of layers, representing in addition to the sum of our individual voices as artists, also the potential that this building, still empty, already has. The same was done with the sound, that was added and characterized, thus being almost a sound of ambiance bringing another layer of strangeness to our video.

I have already done some workshops of this kind in Brazil in which we had the challenge of producing a group work of art from a certain drift through the city, however, these works brought together the materials in a way that the personal aesthetics of production was maintained. This time no, we chose to add, de-characterize and together build something new and different.

The final presentation was very interesting and it was important to see how the same object can be approached in different ways. But I think the most important part of this activity was not in the final product but the process of working together building something new, being open to share materials, discoveries and inspirations.And who knows, maybe make new friends.

 

 

Português:

O primeiro dia da Low Residency 2017 foi muito produtivo. Nos fomos os primeiros alunos a ter acesso ao novo prédio da escola e tivemos o desafio de em 2 horas colher o máximo de material possível para depois apresentar para o resto da turma. Fotos, Vídeos, Sons, Desenhos do espaço em torno de 30 alunos observando um espaço vazio e tentando extrair dele diferentes visões artísticas.  

No meio de muitas câmeras de alta resolução, 360 graus, microfones, lentes, talentos… eu optei por olhar para o micro, simples. Usando uma lente Macro e meu celular IPhone 5S eu resolvi me voltar para os pequenos detalhes daquele espaço amplo e vazio, o que esta lá mas é invisível para a maioria. No meio da brincadeira me senti como uma astronauta andando e conhecendo um outro planeta, percebendo as suas texturas, marcas e vida própria.

Depois de coletar o material nos reunimos em grupo para em pouco tempo desenvolver um trabalho coletivo. Quando vimos todo o material percebemos que não só eu, mas quase todos tínhamos aquele olhar “estrangeiro” para aquele prédio. Optamos por continuar com a narrativa de uma visita a outro espaço e juntamos em um vídeo as minhas texturas e outras mais amplas e abertas. A montagem do vídeo foi feita com base em acumulação de camadas, representando além da soma das nossas vozes individuais de como artistas, também todo o potencial que este prédio, ainda vazio, já possui. O mesmo foi feito com o som, foi somado e descaracterizado, assim sendo quase um som de ambiência trazendo outra camada de estranhamento para o nosso vídeo.

Já fiz alguns workshops desse tipo no Brasil que tínhamos o desafio de produzir uma obra de arte conjunta partir de uma determinada deriva pela cidade, mas essas obras reuniam as matérias de uma forma que a estética pessoal da produção se mantinha. Dessa vez não, optamos por somar, descaracterizar e em conjunto construir algo novo e diferente.

A apresentação final foi muito interessante e foi importante de ver como um mesmo objeto pode ser abordado de diferentes formas. Mas acho que o mais importante desta atividade não está no produto final e sim no processo de trabalho em conjunto construindo algo novo, estando aberta para compartilhar materiais, descobertas e inspirações.

E quem sabe fazer amigos.

 

 

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