Have fun getting LOST

English:

Art in the digital environment elusive taxonomies

arteviver
MUAC ( University Museum of Contemporary Art )  México City

 

At our last meeting, Jonathan bombarded us with information about possible organizations, taxonomies related to digital in the context of contemporary art. The act of making art  in a digital environment.

To me, it was as if I had stepped into a parallel universe. I had just seen the first episode of the third season of Black Mirror, and just listened to a podcast that attempted to explain the multiple realities we theoretically could be living. So I got into this discussion questioning even my own name (which is not difficult because I often don’t  recognize myself as Victoria).

Well, we started the discussion understand the English word “elusive” which means something that is difficult to define, something fluid. Many attempts to define digital art are already considered old. How can we call something “New Media Art” if, from the moment that it is called new, it is already old. From this also comes my dissatisfaction with the definition “Modern Art”, or “Contemporary Art”.

Digital art can not be considered based on materiality, it is something very broad, we can talk about various subjects and different materials. But there is a great attempt of reaching a classification, a definition. An attempt coming mainly from curators, gallery owners, and art historians.

The Historian Christiane Paul proposed a taxonomy for digital art:

– computability -process oriented, based team dynamic – Networked, real-time, telematic -interactive, participatory, collaborative – Non-linear, variable, generative, customizable

to some theorists, we still need a new language to understand the “aura” and the uniqueness of what art is in this digital context.

There are some words used to identify it:

– hybrid -score / script – merging – filtering – curating -signaling – amplifying – Science library – ‘Knowledge citizen’ – Social Media – giving away – sharing and collaborating

What really distinguishes digital art? Why this kind of art has to be separated from contemporary art? Why do we have to divide and sort everything? In my understanding, the attempt to define something that we are still living is part of a market thinking that needs to put things in boxes and explain them to improve sales.

But why there is a constant need to try to understand things?  Art not to supposed to be understood or something that is presumably right or wrong, it is something to be felt, lived, thought, questioned. I believe that the ‘Aura’ of an art object is not in its materiality, but the memory trace that it leaves when we talk about a certain work  when we remember it, discuss it, and so this work is alive and all of this is its ‘aura ‘.

Português

Art in a digital environment elusive taxonomies

No nosso último encontro, o Jonathan nos bombardeou com informações a respeito das possíveis organizações, taxonomias referentes a arte digital no contexto da arte contemporânea. O fazer arte em um ambiente digital.

Para mim foi como seu tivesse entrado em um universo paralelo. Tinha recém visto o primeiro episódio da terceira temporada d e Black Mirror, e acabado de ouvir um Podcast que tentava explicar as múltiplas realidades que vivemos teoricamente poderíamos estar vivendo. Então, cheguei nessa discussão questionando até o meu próprio nome (o que não é difícil, pois muitas vezes não me reconheço como Victoria).

Bom, começamos a discussão entendendo a palavra em inglês “elusive” algo que é de dificilmente definição, algo fluido.Muitas tentativas de definição da arte digital já são consideradas antigas, como podemos chamar algo de “New Media Art”, se a partir do momento em que ela é chamada de nova, já é velha. Disto também parte a minha insatisfação a respeito da definição do nome “Arte Moderna”, “Arte Contemporânea”.

Arte Digital não pode ser considerada baseada na materialidade, ela é muito abrangente, pode falar de vários assuntos e com diferentes materiais. Mas há uma grande tentativa de classificação, definição. Uma tentativa vinda principalmente dos curados, galeristas e historiadores da arte.

A Historiadora Christiane Paul propôs uma taxonomia para a arte digital:

– computability

-process oriented, time based, dynamic

– networked, real-time, telematic

-interactive, participatory, collaborative

– non-linear,variable,generative,customisable

para alguns teóricos, ainda precisamos de uma nova linguagem para entender a “aura” e a singularidade do que arte é neste contexto digital. Algumas as palavras são apontadas como:

– hybrid

-score/script

– merging

– filtering

– curating

-signaling

– amplifying

– library Science

– ‘knowledge citizen’

– Social Media – giving away – sharing and colaborating  

Mas o que desses tópicos o que realmente diferencias a arte digital? Porque esse tipo de arte tem que ser separado da arte contemporânea? Porque temos que dividir todos e classificar todos? No meu entendimento a tentativa de definição de algo que ainda estamos vivendo faz parte de um pensamento de mercado que precisa colocar coisas em caixas e melhor explicar para melhorar a venda.

Mas porque há uma necessidade constante de tentar entender as coisas, arte não eh para se entender, algo que se presume o certo ou errado, é para sentir, viver, pensar, questionar.  Acredito que a ‘Aura’ de um objeto de arte não esta na materialidade dele, mas sim do rastro de memoria que ele deixa, quando falamos de um certo trabalho, quando relembrávamos, conversamos, discutimos o trabalho esta vivo e nisso consiste sua ‘aura’.

 

 

 

 

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