Björk Digital 

English:

After talking and reflect a lot about virtual reality (VR) I went to see Bjork Digital exhibition at Somerset House in London. The exhibition was focused on videos by Bjork and virtual reality immersion.I admit that I have many criticisms of this “buzz” of virtual reality and have written some things here on the blog about it, but I was surprised with what the exhibition has given me.

Português:

Depois de conversar e refletir bastante a respeito de realidade virtual (VR) eu fui ver a exposição da Bjork Digital que está acontecendo no Somerset House em Londres. A exposição foi focada nos vídeos da Bjork e na imersão da realidade virtual, admito que tenho muitas criticas a esse “buzz” de realidade virtual e já escrevi algumas coisas aqui no blog sobre isso, mas me surpreendi com o que a exposição me proporcionou. 

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Some notes I did while I was on the exhibition using the VR

Algumas anotações que eu fiz na exposição enquanto estava imersa no ambiente de realidade virtual

Black Lake: 

The exhibition was entirely guided by monitors that took the audience from one room to another, I found it was  interesting as a strategy for better use of equipment and spaces, but at the same time lost the “discovery” aspect of an exhibition. We started entering a room with two large screens on either side of the room through images of high-resolution video Black Lake. That was the beginning, I felt like a preparation for what came next, as we were together in the room this was a shared and free experience, because we could walk and see the different angles of the image. Another element was the sound, the vibration of serious in the boxes was shaking the whole environment bringing new sensations to the viewer. In my opinion, this first experience would have been different if the screens were on the same level of our ground as if the earth it was the continuation of us.

A exposição foi inteiramente guiada por monitores que levavam o publico de uma sala a outra, achei interessante como estratégia para melhor uso dos equipamentos e dos espaços, mas ao mesmo tempo perdeu o perfil de “descoberta” de uma exposição. Começamos entrando em uma sala com 2 grandes telões um de cada lado da sala passando imagens de altíssima resolução do vídeo Black Lake. Esse foi o inicio, senti como um preparativo para o que vinha a seguir, como estávamos juntos na sala essa foi uma experiência compartilhada e livre, pois poderíamos andar e ver os diferentes ângulos da imagem, um outro elemento foi o som, a vibração dos graves nas caixas tremia o ambiente todo trazendo novas sensações para o espectador. Na minha opinião essa primeira experiência teria sido diferenciada se os telões estivesse no mesmo nível do nosso chão, como se a terra dela fosse a continuação da nossa. 

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VR:

Once our room screens were guided to three environments chair roundabouts, immersive virtual reality goggles, and headphones. There were 3 different experiences because each video proposing a trip to a new universe, the first (stonmilker) was a real beach in Iceland with the figure of the singer as if we were actually in her presence. The second and third (Mouth Mantra and Quicksand) were explored more experience virtual reality to build time and an abstract surrealistic world. In my opinion, I worked very well the two extremes: when the image is very real and transposes us to another place and when it is an abstraction almost complete, without elements that remind us of the life of the earth, but proposing to leave the world and travel to fantastic universes.

Logo após a sala das telas fomos guiados para 3 ambientes com cadeira rotatórias, óculos imersivos de realidade virtual e fones de ouvido. Foram 3 experiências diferentes, pois cada vídeo propunha uma viagem para um novo universo, o primeiro (stonmilker) foi numa praia real na Islândia com a figura da cantora, como se realmente estivéssemos na presença dela. Já a segunda e a terceira (Mouth Mantra e Quicksand) foram experiência que exploraram mais a realidade virtual para construir momentos ou mundo surrealistas abstratos. Na minha opinião funcionou muito bem os dois extremos: quando a imagem é muito real e nos transpõe para outro lugar e quando é uma abstração quase que total, sem elementos que nos lembrem a vida da terra e sim nos propondo sair do mundo e viajar para universos fantásticos.  

Captura de Tela 2016-10-09 às 21.20.17.png

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7. Björk - Mouthmantra VR. Directed by Jesse Kanda.jpg

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Then we were taken to another type of virtual reality, this time without chairs, where the body was virtually free to also play with the distances, and again Bjork led us to a fantastic universe of new beings. For me, this was the best part, because besides the immersion even made me reflect on cultural distances, even though that person/object is not physically there we tend to bother with the very close distance. 

Em seguida fomos levados para um outro tipo de realidade virtual, dessa vez sem cadeiras, aonde o corpo ficava praticamente livre para também brincar com as distancias, e de novo a Bjork nos guiou para um universo fantástico de novos seres. Para mim essa foi a melhor parte, pois além da imersão ainda me fez refletir a respeito de distancias culturais, mesmo sabendo que aquela pessoa/ objeto não esta fisicamente lá a nossa tendência é de se incomodar com a distancia muito próxima. 

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Finally, we were guided to a final room where old videos of the singer were passing in a conventional movie screen.  I noticed that the people were feeling ecstatic emotions that virtual reality provided. I still have a lot of criticism about the virtual reality- mainly the individualism it proposes- but I realized that it may not actually deprive people from having a collective experience, but changing this exchange, so that after an individual experience people have wanted to make it collective by talking about it and telling what they saw and what feelings were touched upon.

When I took the glasses after the first experience took a few minutes to understand again where I was.

Por ultimo fomos guiados para uma ultima sala aonde vídeos antigos da cantora estavam passando em um telão de cinema convencional, percebi nas pessoas que elas estavam extasiadas das emoções que a realidade virtual proporcionou. Mesmo ainda tendo muitas criticas a respeito da realidade virtual principalmente ao individualismo que ela propõe percebi que talvez ela não esteja realmente privando as pessoas de ter uma experiência coletiva, mas mudando essa troca, fazendo com que após uma experiência individual as pessoas tenham vontade de torna-la coletiva conversando e contando o que elas viram e que sentimentos foram aflorados. 

Quando eu tirei o óculos depois da primeira experiência precisei de alguns minutos para entender novamente aonde eu estava.

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