Blind self-portrait #1

English:

“The Blind Drawing is a work where the artist draws his perceptive movement of the object itself.”

“It’s more a  perception’s exercise that makes us more aware of the visible world, than an activity that aims to reach a final product.”

The blind Drawing is a technique in which the artist does not look at the paper, seeing only the object while drawing. I chose to start this process of artistic rediscovery doing an exercise was always suggested to people who are beginning to draw and looking at the practice of drawing as a stand for self-knowledge.The practice is about looking at ourselves and drawing on paper without getting stuck with proportions and fidelity, but seeing you, your face, its contours, and its lines.

I decided to do a blind self-portrait every day, since my first week in London, each of them marked with the time of day that it was done, my location, how I was feeling and how long it took to draw. I expected the result to be different, hoping that with the passage of time and practice my drawing and my perception of myself would evolve into something more concrete, but during this week it was the opposite, during the practice my drawing became more confused and scrappy, you might say that the design began to create life from itself and is leaving the ties that I’ve established.

Here’s a video I made with Paul von Poser on the self-portrait Blind technique.

 

Português:

“O Desenho Cego é um trabalho onde o artista desenha mais o seu movimento perceptivo do que o objeto em si.”

“É um exercício de percepção que nos faz ficar mais atentos ao mundo visível, do que propriamente uma atividade que tem como finalidade chegar a um produto final.”

O desenho cego é uma técnica em que o artista não olha para o papel só para o objeto enquanto ele esta desenhando. Escolhi iniciar esse processo de redescoberta artística fazendo um exercício que sempre indico para as pessoas que estão começando a desenhar e que procuram na pratica do desenho um suporte para o autoconhecimento. A pratica do autorretrato cego, então olhar para si e se desenhar sem ficar presa no papel nas proporções e na fidelidade, mas sim percebendo você, seu rosto, seus contornos e suas linhas.

Decidi por fazer um autorretrato cego por dia, seguem aqui os da primeira semana, em cada um deles marquei o horário do dia que estava realizando, aonde eu estava, como estava me sentido e quanto tempo levei para fazer o desenho. Eu esperava que o resultado fosse diferent, esperava que com o passar do tempo e da prática meu desenho e minha percepção sobre mim mesma evoluísse para algo mais concreto, mas nessa semana foi ao contrario, com o passar da pratica o desenho ficou mais confuso e desconexo, talvez possa dizer que o desenho começou a criar vida própria e esta saindo das amarras que eu mesma me coloquei.

 

 

Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s